O trabalho

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Venho aqui hoje para um post quase de “utilidade pública”, um post que surgiu com a ideia de revisitar outro “lugar” que ando sentindo saudade de ser/viver. A vida aqui tem exigido muito da Manu mãe, da Manu mulher, da Manu dona de casa, da Manu que tá na pira de romper fronteiras de si mesma e encontrar novos horizontes dentro do peito (processo interminááááááável!), da Manu ajudante do mestre de obras da Casinha do Amô e tantas outras mais.

E, nessa loucura que todo mundo vive de ser mil ao mesmo tempo, tenho sentido falta de ser a Manu que produz algo “pensante”, mesmo porque meu corpo franzino já não dá conta de mais tanto corre corre pra lá  pra cá. Esses dias retomei a leitura depois de tempos de separação com essa moça. Mesmo com criança pulando na cabeça, ando lendo e me sentindo muito bem com essa reconciliação. E, como toda boa leitura, o novo velho hábito me trouxe mil inquietações na cabeça, uma vontade doida de escrever sobre tudo, de ler mais, de fazer projetos, de produzir em coletivo, de pesquisar, de ter de volta, dentro da rotina amiga, o tempo de trabalhar com a cabeça e o coração na mesma linha de frente.

Então, corri pra essa gaveta de devaneios na intenção de dar esse recado a quem interessar: quero freelas, quero trabalhar mais com a criatividade, quero ajudar as pessoas a colocarem em prática as ideias massas que têm, quero dar o que tenho e o que gosto de fazer para colaborar com projetos do bem.

Tá, mas o que a senhora sabe fazer então? O que eu não sei e aprendo, mas o que eu gosto mesmo é de escrever, de produzir, de organizar, de fotografar, de criar, de elaborar junto, de divulgar iniciativas legais, de viajar, de conhecer gente nova, de aprender, de contribuir com meu melhor. Já fiz um cadinho de tudo nessa vida, desde produção de festivais/exposições/feiras/eventos, até produção de conteúdo (texto/foto/vídeo) para sites/blogs/redes sociais/revistas, revisão de textos, etc. O que vier e fizer o coração pulsar eu traço!

E tem uma coisa que acho importante nesse mundo “mercado”, algo que descobri desde que optamos por ter uma vida mais simples. O valor do trabalho, o preço, a grana, o dim dim. Antes, quando eu morava na cidade, o valor do meu trabalho era pautado pelo mercado, leis da selva de pedras. Hoje sinto essa relação um pouco diferente, acho que porque minha relação com grana mudou desde então. Se tenho uma vida mais simples, se meus gastos são menores, se vivo num contexto mais tranquilo e com contas pequenas, não tem porque buscar trabalhos que me paguem uma fortuna.  Eu preciso do que eu preciso. Acho mais honesto comigo e com as pessoas que precisam da ajuda que eu posso oferecer. Também sou amante das trocas, acredito muito na força desse fluxo que vem cheio de energias boas, o que eu tenho pra te dar e o que você tem pra me oferecer.

Então é isso, tô querendo me dedicar também a trampos legais e super aberta pra o que vier! Se alguma coisa do que falei aqui for interessante pra você e quiser conversar, ver meu currículo (isso existe ainda, né?), me escreva no mmelofranco@gmail.com e a gente conversa com amor!

Xêro e gratidão! 🙂

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A (última) chance

Gente lheeeeenda, esse é um post muito importante pra nós e pro projeto da Casinha do Amô, ai meu coração de melão!

Me explico: estamos, neste momento, fazendo o telhado verde da casinha, uma lindeza só. Depois dele vem o piso (barro queimado), o reboco natural e o banheiro seco, ainda um cadinho de trabalho pela frente. Isso também quer dizer mais voluntários, mais comida para alimentar bem os que vem dar braços e amor, mais dim dim, bufunfa, grana, dilmas, realidades. Então, colocando tudo no papel, chegamos à conclusão de que o que falta para completar a meta de 100% da nossa Vakinha é suficiente para terminar a casa da forma que começamos, trazendo gente pra viver de perto essa experiência e construindo juntos.

Daí, o seguinte: se cada um que estiver lendo esse tagarelar meu conseguir doar o que poder e sentir, é muita gente ajudando e engordando a vaca. De grão em grão a gente atinge a meta, consegue oferecer uma alimentação justa aos voluntários e a Casinha do Amô fica de pé graças a tanta gente lheeeeeenda que vem aqui botar a mão na massa conosco ou que banca, via doações, a possibilidade de recebermos mais de 170 pessoas nesse processo! É gente e amor demais!

Então a gente pede, por amor, que quem sentir de nos apoiar nesse desafio final, que entre no link abaixo e faça sua contribuição. Quando atingirmos os 100%, fechamos a Vakinha e soltamos a bicha no mato. Muito, muito grata pela ajuda de todo mundo até agora, essa casa tem mais de 300 corações solidários e que acreditam, junto com a gente, na possibilidade de reinventar, de bioconstruir, de cuidar da natureza, de ser a transformação que queremos nesse mundo, de buscar e ser o bem, sempre! Se você também acredita, vem com a gente!

Aqui o link, é super fácil e rápido. E, se preferir, também pode doar direto na nossa conta, é só escrever pra mmelofranco@gmail.com que a gente passa os dados.

https://www.vakinha.com.br/vaquinha/alimente-um-voluntario-da-casinha-do-amo

Um xêro da Bahia e muito amô! 🙂

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